Av. Rio Branco, 115 - 19o andar

© 2023 by ITG. Proudly created with Wix.com

Buscar
  • MasteRH

Fiquei desempregado, e agora?

O fantasma do desemprego vem assombrando milhares de trabalhadores em nosso país. Conquistar uma recolocação está sendo considerado um dos maiores desafios que muitos profissionais precisam enfrentar em nossa sociedade. Segundo a OIT – Organização Internacional do Trabalho – até o final de 2018 o Brasil seria o segundo maior país no mundo em índice de desemprego, perdendo apenas para África do Sul. E estima-se, ainda, que 1 a cada 3 novos desempregados, em todo o planeta, vai estar aqui, em nosso país.


Para quem perdeu o emprego, não resta outra alternativa senão investir em um processo de recolocação utilizando um Planejamento Estratégico adequado. Com a forte crise, recessão e competitividade que estamos atravessando, isso pode fazer a grande diferença nos resultados alcançados durante a fase de transição de carreira.


Acompanhe, agora, os 5 passos estratégicos para estar mais competitivo e empregável:


1- Faça uma autoavaliação:

Dedique um tempo para pensar em seu momento de carreira, com o objetivo de descobrir exatamente o que de fato você, hoje, poderia agregar a uma empresa. Essa ação é chamada Planejamento Estratégico de Carreira. Um bom início é perguntar a si mesmo:


Qual o meu objetivo profissional?

Ainda estou competitivo no mercado?

Estou atualizado em minha área de atuação?

Porque uma empresa deveria me contratar?

Minha pretensão salarial está adequada ao atual momento do mercado?


Estes questionamentos irão direcionar você aos tipos de trabalho que está mais competitivo e às empresas que devem ser abordadas, além dos caminhos que deverá seguir durante sua fase de transição. Procure avaliar melhor o cenário atual do mercado e identificar as oportunidades mais compatíveis com seu perfil de qualificações. Após isso, você deverá definir o Plano de Ação mais adequado para atingir seus objetivos profissionais.


2- Elabore um currículo eficiente:

O currículo, em geral, é o primeiro instrumento de marketing pessoal que irá “vender” suas qualificações às empresas e exatamente por isso merece atenção especial. Para isso, deve ser objetivo, dispensando informações que não possuam maiores relevâncias. O texto deve ser convidativo à leitura. Erros de português, nem pensar! Lembre-se sempre que o seu currículo irá refletir a sua imagem profissional.


Ressalte seu objetivo, a área que pretende atuar, seu nível de fluência em idiomas, além das ferramentas específicas relacionadas à sua área de atuação. O Histórico Profissional deve ser apresentado de forma sintetizada. Relacione as empresas, os cargos assumidos e respectivas atribuições funcionais, responsabilidades e principais êxitos e realizações conquistadas ao longo de sua trajetória profissional – buscando não se tornar repetitivo.


Dedique atenção especial na hora de elaborar um modelo curricular eficiente e personalizado, que retrate de forma clara e objetiva seu perfil de qualificações.


3- Crie ou atualize seu LinkedIn

O LinkedIn é atualmente considerado uma das principais fontes para prospecção, captação de oportunidades e divulgação profissional. E se tornou uma ferramenta imprescindível àqueles que buscam se apresentar ao mercado de trabalho com maior eficiência, além de possibilitar a criação e ampliação da rede de relacionamentos. Alguns dados estatísticos revelam que 70% das empresas utilizam esta mídia específica para divulgação de vagas e visualização de candidatos.


Mas não basta apenas ter uma página no LinkedIn. É preciso cuidar da relevância do seu perfil, porque sem uma exposição adequada, ele não aparece nos resultados de pesquisa efetuados pelos selecionadores. Usuários do LinkedIn com classificação de Perfil Campeão, ou Al Star, são 40 vezes mais propensos a conquistarem melhores oportunidades.


E se você está em busca de recolocação, é bom investir na criação de um Perfil Campeão. Para isso, procure atualizar seu LinkedIn, e acompanhe algumas dicas estratégicas abaixo:


1) Siga as 10 empresas às quais você gostaria de trabalhar, potenciais parceiros ou até mesmo as concorrentes.

2) Solicite a participação em grupos do Linkedin dentro de sua área de atuação.

3) Altere a sua fotografia de perfil. Inclua uma foto com roupa social ou que esteja adequada ao seu trabalho. Se possível, com fundo branco.

4) Publique um artigo sobre algum assunto que tenha domínio e partilhe-o com a sua rede de contatos.

5) Recomende alguém pelas suas habilidades. Faça uma boa recomendação!

6) Visite a página de emprego do LinkedIn e visualize as vagas de emprego.

7) Adicione uma imagem de fundo ao seu perfil.

8) Comente algumas das publicações nas páginas das empresas que deseja atuar.

9) Inicie uma discussão em algum grupo.

10) Faça o download do aplicativo móvel LinkedIn.

11) Consulte os convites que realizou e que ainda se encontram pendentes.

12) Procure obter pelo menos 3 recomendações de ex-empregadores e colegas de trabalho.


4- Invista na criação de suas próprias oportunidades:

O emprego ideal dificilmente irá bater em sua porta. Para conquistar uma posição no mercado de trabalho, é preciso arregaçar as mangas e assumir um comportamento proativo. Alguns estudos demonstram que os candidatos que abordam o mercado de trabalho apenas respondendo a anúncios em sites especializados de emprego obtém um índice de aproveitamento inferior a 10%, ou seja, para cada 100 profissionais que enviam currículos respondendo apenas aos anúncios, mais de 90 não obtêm êxito de recolocação.


Pensar assim nos leva a entender a importância de aparecer ao máximo para o mercado e criar suas próprias oportunidades! Os métodos mais eficazes para procurar emprego são:


1) Entrar em contato com Empresas e Consultorias de Recrutamento e Seleção, mesmo não havendo uma vaga de emprego em aberto em sua área de atuação, solicitar uma entrevista sem compromisso – não deixando também de enviar seu marketing pessoal impresso por e-mail.


2) Utilizar a sua rede de relacionamentos como fonte de pesquisa – sua network pessoal – amigos, familiares, clientes, ex-professores, ex-chefes etc.


3) Utilizar a Internet como fonte de pesquisa e apresentação às empresas – considerando os sites especializados de empreso, redes sociais profissionais, tais como: LinkedIn etc.


4) Buscar auxílio e suporte profissional com uma Consultorias de Gestão e Transição de Carreira.


5) Procure circular ao máximo, ver e ser visto, estabelecer contatos com profissionais de diversas áreas de atuação, se divulgando às empresas e aparecendo ao máximo às oportunidades.


5- Prepare-se às entrevistas:

Durante sua fase de transição de carreira, é importante estudar previamente as organizações às quais você irá abordar. Investigue sobre suas políticas, produtos, serviços e tudo mais que for possível para, só então, estabelecer um contato inicial. Apresentar conhecimentos no que diz respeito à cultura e atividades da organização causa uma boa impressão ao entrevistador.


Com isso, prepare-se ao máximo para os processos seletivos, visando causar uma boa primeira impressão. Cuide de sua apresentação pessoal e procure gerar empatia com o selecionador durante uma entrevista de emprego. Lembre-se, que se você está sendo entrevistado é porque a empresa busca uma solução para algum problema. Procure, então, de alguma forma, demonstrar que você pode ser a solução.


Acompanhe, abaixo, alguns aspectos negativos avaliados durante os processos seletivos:


Má apresentação.

Arrogância, agressividade, complexo de superioridade, presunção.

Incapacidade de se expressar com clareza: voz ruim, má dicção, erros de português.

Falta de perspectivas para a carreira,

Falta de objetivos e determinação.

Falta de interesse e entusiasmo.

Falta de segurança e equilíbrio emocional.

Supervalorização do dinheiro, interesse apenas pelo melhor salário.

Falta de disposição ou entusiasmo para ingressar no novo emprego.

Falta de tato, discernimento e maus modos.

Falar mal dos empregos e chefes anteriores.

Acentuado desinteresse pelos estudos e atualização.

Aperto de mão fraco, sem vida.

Indecisão.

Falta de consistência nos argumentos.

Falta de interesse pela empresa e pelo cargo.

Dar muita ênfase aos próprios conhecimentos e qualidades.

Falta de ética.

Intolerância. Fortes preconceitos.

Pouca habilidade para administrar as próprias finanças.

Incapacidade para receber críticas e ideias radicais.

Atraso injustificado para a entrevista.

Dizer que nunca ouviu falar da empresa contratante.

Não fazer perguntas sobre o cargo.

24 visualizações